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  <title>aleatoriamente.</title>
  <subtitle>TemperanceOut</subtitle>
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    <name>TemperanceOut</name>
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  <updated>2011-04-10T09:31:33Z</updated>
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    <issued>2011-04-10T10:29:25</issued>
    <title>Mudar de ares.</title>
    <published>2011-04-10T09:31:33Z</published>
    <updated>2011-04-10T09:31:33Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Vou-me embora daqui, acho que ainda venho fazer umas visitas, mas preciso de uma nova casa, de outros ares. É como mudar da cidade para o campo, see? Quem quiser estar a par das minhas parvoíces [csofia.alm@gmail.com] a pedir o endereço.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-28T17:24:27</issued>
    <title>Extra(ordinary)</title>
    <published>2011-03-28T01:17:32Z</published>
    <updated>2011-03-28T17:55:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/cm92/fotos/?uid=AYFu6044rzwdEHBmntP4"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc506ff88/8259373_dAs2D.jpeg" alt="" width="350" height="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Observar uma moeda: o bom e o mau, a mentira e a verdade. Concordar com explicações razoáveis: há que provar o sal para o puder destinguir do doce. Coleccionar quedas e cicatrizes: não se deve olhar para trás ao caminhar para a frente; a única coisa que pensa no nosso corpo é a cabeça e não o coração, há que saber qual deles deve guiar e quando. Jogar com as contrariedades: o certo pode ser um erro e o errado pode ser o melhor caminho; A chuva pode ser razão para sair à rua e o sol para ficar pela sombra; Prometer e não cumprir ou cumprir o que nunca se prometeu. Aceitar: nem todas as perguntas têm resposta e uma resposta pode servir para um turbilhão de duvidas. E até admitir: erros cometem-se e precisamos deles para crescer, o que é simples complicasse e o que é complexo mantém-se inalterado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto aprendes o que é viver, esqueceste que és tu quem vive e que não há limites, a não ser os que tu próprio crias. Vai mais longe. Opta por olhar as vezes que forem precisas, se uma não chegar, até que se veja para além do que os olhos mostram. Por perguntar e responder: Pode-se desafiar a morte, porque nao desafiar tudo o resto? E fazer, porque o rumo está nas mãos de quem o quer seguir.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-17T16:36:48</issued>
    <title>Futuro</title>
    <published>2011-03-17T16:38:53Z</published>
    <updated>2011-03-17T16:38:53Z</updated>
    <category term="faculdade"/>
    <category term="mãe"/>
    <category term="futuro"/>
    <category term="pai"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;E agora que sei, exactamente, o que quero, é correr todos os riscos para conseguir, porque tenho o apoio de todos aqueles que importam e que têm valor para mim. Lamento apenas, que talvez tu pai, nao venhas a fazer parte desse grupo, mas com ou sem o teu apoio, eu vou lutar por aquilo que quero, porque nisso, eu saí à minha mãe.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-03T20:48:32</issued>
    <title>Futuro</title>
    <published>2011-03-03T20:48:42Z</published>
    <updated>2011-03-03T20:48:42Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Quando é maior que a alma e o corpo, é inútil usar máscaras. Pouco adianta cobrir o rosto entre as pequenas mãos e esperar que o mundo se canse de procurar por detrás delas. Até nas máscaras lhes escorre as lágrimas e nos intervalos dos dedos também elas se deixam cair em silêncio. Recusa-se então as máscaras, usa-se as mãos para agarrar outras mãos que nos ajudam a levantar e espera-se, paciente, por um sorriso.&lt;br /&gt;Lembro-me de alguém me dizer, que o tempo é o nosso melhor amigo e que não há melhor que ele para curar feridas e mostrar-nos que é possível. Eu gosto de acreditar que sim.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-03-03T19:54:15</issued>
    <title>Presente</title>
    <published>2011-03-03T19:55:05Z</published>
    <updated>2011-03-03T20:48:29Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não uso máscaras, não tenho como cobrir o rosto entre as pequenas mãos, e esperar que o mundo se esqueça de me procurar por detrás delas. Até nas máscaras lhes escorre as lágrimas e nos intervalos dos dedos também elas se deixam cair em silêncio. E seja onde for, sinto olhos postos em mim que me vêm através da minha cegueira encenada e sei que percebem os segredos que barrico com os lábios comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não é possível manter a alma em segredo quando já não te consigo esconder em mim.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-26T18:05:10</issued>
    <title>Supor</title>
    <published>2011-02-26T18:06:00Z</published>
    <updated>2011-02-26T18:08:13Z</updated>
    <category term="cenas parvas"/>
    <category term="ex-amor"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eu quero e vou supor que tu também. Estamos parados à demasiado tempo, sem mover um pé com a convicção do que se segue como outrora. De vez a vez somos capazes de contrariar o vento quando o sentimos a moldar-se ao nosso corpo e a querer dar um empurrão à teimosia. No entanto, queria puder aceitar, sem lágrimas ou olhar cabisbaixo, que não se trata de teimosia, mas sim de um qualquer destino que conseguiu colocar-nos em caminhos que não mais se cruzam, mas que são vizinhos distantes e que isso não é mau de todo. Não explico, não, se o fizesse, nas notas da minha voz iria ler que é essa a nossa triste melodia e assim, calo-me na minha própria ignorância, dou ao destino um sorriso bonito e colecciono a teimosia como nosso defeito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O chão que piso, tenta sentir o tremor dos teus passos, pergunto-me se o teu ouve o tremor dos meus quando recuo, ou quer. E recuo porque quero tornar-me estátua, que nem vento e tempestade movem, à espera que se abram atalhos que me levem ao caminho vizinho e suponho, mais uma vez, que temos isso em comum.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sou boa a supor, e faço-o porque na verdade não sinto nada nos pés que me digam para que lado se dirigem os teus passos. Suponho, porque já não te conheço para puder saber pelo que esperas imóvel nesse teu caminho diferente. A teimosia é realmente um defeito meu e não, isto já não é uma suposição.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-13T20:51:51</issued>
    <title>viver mais um dia</title>
    <published>2011-02-13T20:52:22Z</published>
    <updated>2011-02-13T20:54:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A segurança do hoje esconde-nos o quão ténue é a linha da nossa vida até que alguma, entrelaçada ou não à nossa, se quebre ou fique ameaçada. Choramos corações partidos enquanto eles ainda batem, perder é a distância aumentar uma imensidão de metros, e a mão não conseguir alcançar, e dá-se sempre tudo por garantido porque é assim tão simples. Não vemos a facilidade com que as linhas se podem desprender sem podermos consertar e a palavra &lt;em&gt;perder&lt;/em&gt; ganhar uma nova realidade e colocar um novo peso sobre nós. Porque a vida deixa-nos brincar aos "faz-de-conta" até que chegue a vez dela de brincar connosco aos "era uma vez". Devemos ter sede de viver mais um dia, mas não esquecer que a vida se decide num jogo de cara-ou-coroa.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-11T17:36:16</issued>
    <title>in english looks better</title>
    <published>2011-02-11T17:38:08Z</published>
    <updated>2011-02-11T17:38:08Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;I realized that I can't tell you the things I want to say, neither the smallest or ridiculous things, 'cause I don't know how to reach you anymore even when you're not that far from me, so I wish you could know it somehow without my words.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- E ele sabe que é para ele e mete 'gosto' no facebook. Just great!&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-09T17:51:02</issued>
    <title>everything changes. everything stays the same.</title>
    <published>2011-02-09T01:03:57Z</published>
    <updated>2011-02-09T20:41:30Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Num segundo tudo muda. Diz-se. Num segundo corres para onde se põe e levanta o sol. No seguinte paras de correr porque tens medo de tudo alterar, perder.&lt;br /&gt;Caixa de quatro letras e duas sílabas, o 'tudo', onde cabem os segundos que te mudam as feições e as pisadas, mas nunca isto: os sentimentos que foram mas ficam, os tudo e nada e a tua história, nada que se meça pelas sílabas ou letras. Paras por não saberes que é assim.&lt;br /&gt;É no segundo em que fincas o pé que te esqueces da 'memória', que não se pode juntar ao 'tudo', de tão grande e gorda, mas com jeitinho, encaixar-se no 'passado' e juntos guardam-se no coração, que num segundo apenas muda o seu compasso, quer corras, quer pares.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-03T22:37:19</issued>
    <title>Vive com paixão pela vida.</title>
    <published>2011-02-03T22:59:52Z</published>
    <updated>2011-02-03T22:59:52Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Vive intensamente cada segundo, apaixonada pelo que a vida te dá e  oferece, mas não questiones o que ela te retira, não obterás respostas  enquanto as exigires. Não deixes margem para "se's" ao longo do caminho  onde deixas pegadas bem fundas. Não cries um futuro onde possa haver  lamentos e suposições.&lt;br /&gt;Não há pior, do que ter que preencher espaços  em branco de um passado com imagens ilusórias do que poderia ter sido,  resultantes do medo que negaste ter. Errar é humano e é quando tentas não  o fazer, que dás contigo na boca do lobo.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-01T21:25:07</issued>
    <title>Querido tempo.</title>
    <published>2011-02-01T21:25:50Z</published>
    <updated>2011-02-01T21:25:50Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já quis saber como parar o tempo. Já quis abrandá-lo até sentir a sua  densidade passar-me entre os dedos. Já desejei com muita, muita força  que avançasse a passos largos. Já lhe pedi que voltasse atrás, alguns  anos, horas ou minutos nos quais me queria ter demorado mais. Já pedi  que fosse outro mecanismo a fazer-nos mover. Já pedi que não houvesse  tempo perdido, que não tivéssemos que esperar que ele nos cure as  feridas e que pudéssemos matar o tempo literalmente.&lt;br /&gt;Queria um dia  vê-lo na figura de um homem e assim puder agarrá-lo pelo braço, para  assim puder explicar o porquê de tanto conspirar contra ele. Queria que  ele me ouvisse e cedesse, mas que fosse fácil, escolher qual 'querer'  seria.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-01T16:20:54</issued>
    <title>dóis em mim</title>
    <published>2011-02-01T16:22:24Z</published>
    <updated>2011-02-01T21:35:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Estou gelada e partida. sinto a tragédia a correr-me nas veias e um som, tão suave quanto seda, a compôr-se no meu cérebro e a segurar-se na minha garganta. desde quando um grito pode ser suave. já este é, ecoa dentro de mim e ali se silencia, no seu lamento secreto. e choro, choro muito, porque nem sempre me permito a fazê-lo. quando o faço é para limpar-me de dor, chego a esfregar a pele numa repetição cruel e dolorosa, retirar-te de mim, mesmo que sangre e que doa. não posso ter em mim duas dores, que seja a que posso ver e compreender, a que me dê um motivo de doer que não venha em livros de romance. &lt;br /&gt;tu dóis em mim, mas já não te sinto. já não sinto o teu perfume envolto em mim e o teu toque pelo meu corpo, a tua boca encaixada na minha, o calor, o desejo. como faço parar esta dor sem nome e lugar certo? por vezes é o coração, por vezes as mãos e até a cabeça de tanto por ela vagueares.&lt;br /&gt;um dia foste belo em mim, hoje és apenas dor. e se chegar a descobrir como mudar de pele, talvez descubra como fazer apenas uma das dores permanecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ps.: Hoje estou um bocadinho dramática.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-29T23:58:01</issued>
    <title>com meias palavras</title>
    <published>2011-01-29T23:59:04Z</published>
    <updated>2011-01-30T00:00:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Sempre, até mesmo quando me disserem que o tempo me curou. &lt;em&gt;Prometo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-21T17:40:46</issued>
    <title>final feliz</title>
    <published>2011-01-21T03:57:42Z</published>
    <updated>2011-01-21T04:05:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tomou nas mãos as folhas que sobravam após o último capítulo, sabendo dele o essencial. Era inquietante, a palidez do vazio e tanta poesia sem verso a correr nas veias; teria que sobrepor o cuidado ao impulso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A boca compunha novas palavras, que os dedos, numa dança lenta, encaminhavam para o ponto exacto que deveriam cobrir no papel. A fricção da esferográfica sobre a estrada branca resultava numa melodia que se tornava mais intensa e romântica por cada linha escrita.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embriagado por todo este processo prazeroso, não perdia de vista os dois nomes próprios que viam o desenrolar da acção em si mesmos, nos seus gestos, diálogos e cenários que lhes eram pintados em imagens mentais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Retirou do passado sem o ler e limou as arestas do livro com outro tipo de caligrafia, era assim que se fazia magia. Até que.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No puxar do livro, desenhou uma fenda em tinta e provou o sabor amargo das palavras rasuradas. Soube ser uma tentativa de dar um final feliz àquele capítulo à qual desprezou. Foi o cortar de fios por tecer em prol de um rio que corria em parágrafos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Teve pena de ninguém o deixar secar aquele rio que corre já por sadismo.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-16T18:11:05</issued>
    <title>espera</title>
    <published>2011-01-16T18:11:11Z</published>
    <updated>2011-01-16T18:35:26Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um corpo que é arrastado pelo tempo. E o tempo move-o quando ele se obriga a parar, desloca-o por entre caminhos de imagens do rolo fotográfico que não chegou a revelar, mas que deixa aos cuidados do pó que o transformarão em memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O corpo carrega todas as palavras que vestiu desde o primeiro dia e com alguma atenção vês-lhe os gestos brutos a abraçar o silêncio mesmo sem nada segurar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Percebes-lhe a espera? Um beijo, um acordar no peito que a embalava ou o simples toque dos seus dedos sobre a sua pele que fervia. Espera por saber que não deveria esperar, espera por ainda sentir aquilo em que já ninguém crê.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pesa-lhe o que tem em mãos, tudo aquilo que lhe fora deixado para morrer, que embora pese chumbo, não consegue largar. Não lhe pesam os olhos da inexpressividade, embora lhe faça alguma comichão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O tempo move-o, podem imaginá-lo a sair pela porta, mas reconheçam a espera noutros lugares pois ele pode, por essa porta, não voltar a passar.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-12T20:32:07</issued>
    <title>Sei que sim</title>
    <published>2011-01-12T20:33:19Z</published>
    <updated>2011-01-12T20:33:19Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Poderia vestir as palavras, uma a uma, só por diversão e ingenuidade, mas não o faço porque no reflexo dos seus olhos vejo que não me assentam bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Foi melhor assim, embora custe ver-nos em todo o lado. *&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-09T19:29:28</issued>
    <title>acabou.</title>
    <published>2011-01-09T19:29:53Z</published>
    <updated>2011-01-09T19:29:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um 'gosto de ti' foi suficiente para começar, para andar de mãos dadas mesmo quando estas tremiam de medo do caminho.&lt;br /&gt;Parecia correcto, parecia errado ao mesmo tempo. Eu nunca pedi mais do que me davas, pela razão de que nada mais tinha para te oferecer além de um olhar onde verias um 'gosto de ti' e nunca de grandes dimensões. Nunca prometi mais do que isso, nunca tentei dar mais que isso por saber que ainda não seria capaz. Se estivessemos guardados para algo maior, talvez encontrasse o momento certo para dar mais, mas não agora.&lt;br /&gt;Palavras, momentos e o que tentas negar, fazes de Deus e convences-te de que me vês no que dizes, mas és incapaz de me olhar nos olhos por saberes ver outra coisa e vacilar. Medo de um e sentimento de dois e erros que se cometem.&lt;br /&gt;O que dói é não acreditares no meu olhar e nas entrelinhas dizeres que um gosto de ti já não é suficiente para caminhar, quando eu sei que há condições para tentar.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-07T14:11:00</issued>
    <title>pedido inocente</title>
    <published>2011-01-07T02:14:47Z</published>
    <updated>2011-01-07T02:20:06Z</updated>
    <category term="amor"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot;, &amp;quot;palatino&amp;quot;; font-size: small;"&gt;Seria um prazer ter em todas as páginas ainda por preencher, do meu moleskine vermelho, o teu nome gravado mesmo que nas entrelinhas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot;, &amp;quot;palatino&amp;quot;; font-size: small;"&gt;Deixas meu amor? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-03T17:55:30</issued>
    <title>Em poucas palavras</title>
    <published>2011-01-03T18:00:05Z</published>
    <updated>2011-01-03T18:00:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Foram tantas as histórias de amor nas quais me vi, tantas eu criei antes de adormecer. Mil principes conheci, mil bocas beijei sem nada sentir, à excepção do desejo de que se tornasse real, mas nunca te vi chegar à minha história e é por isso que ter-te sabe tão bem.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-28T00:10:25</issued>
    <title>fragmentosdomeumundo @ 2010-12-28T00:10:25</title>
    <published>2010-12-28T00:29:53Z</published>
    <updated>2010-12-28T19:13:56Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Hoje apenas tenho um medo de morte de te perder, não que me dês razões para isso, apenas a paz deu lugar ao desespero.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-24T14:30:08</issued>
    <title>Um desejo.</title>
    <published>2010-12-24T00:34:06Z</published>
    <updated>2010-12-24T00:34:06Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot;, &amp;quot;palatino&amp;quot;; font-size: xx-large;"&gt;Um Feliz Natal a todos! :)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-24T00:17:16</issued>
    <title>Melhor amigo.</title>
    <published>2010-12-24T00:27:22Z</published>
    <updated>2010-12-24T00:28:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Matei as saudades, mas soube-me a pouco como já era de esperar. Estás exactamente na mesma, o mesmo perverso e mulherengo e com o mesmo sorriso bonito de meses atrás, no entanto, estás diferente. Não me perguntes como é possível, porque não te vou saber responder. Conheço-te desde que eramos crianças com fraldas, por isso deve ser o sexto sentido a trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tinha tantas saudades tuas, meu parvalhão. A maneira um pouco fria, (que talvez não seja a melhor palavra), como tu me tratas, até disso sentia falta. Acho que não olhei para o teu rosto tantas vezes como devia, queria gravá-lo para puder olhá-lo sempre que as saudades me apertarem o estômago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi bonito da tua parte teres sito tu a vir ter comigo, juro que não estava a espera, mas estava a precisar. Embora eu não ocupe tanto espaço no teu coração como tu no meu, eu sei que esta amizade há-de durar, por isso tem juízo e não conduzas que nem um maluco, quero-te inteiro por muito, muito tempo. Dá noticias e vem ter comigo mais vezes, por favor.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-21T23:24:04</issued>
    <title>.</title>
    <published>2010-12-21T23:25:31Z</published>
    <updated>2010-12-21T23:25:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot;, &amp;quot;palatino&amp;quot;;"&gt;Hoje o relógio marcava 18h e eu não queria deixar-te ir.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-20T17:10:33</issued>
    <title>Moments</title>
    <published>2010-12-20T17:13:48Z</published>
    <updated>2010-12-20T17:13:48Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma cama vazia e o relógio marca 7 horas da manhã. As borboletas no estômago acordam cedo e o tempo passa, enquanto voam.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um beijo à janela. Mais um e outro, e já lhes perdi a conta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma cama para um, ocupada por dois. Os beijos não se contam pelos dedos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela encosta a cabeça no seu peito e houve, atentamente, o bater do coração calmo e ritmado do seu amado. O seu estava a bater acelerado, como se não coubesse no peito e tivesse que sair e procurar outro lugar para morar. Nesse preciso momento soube que com ele, o homem que jazia ao seu lado, era real, diferente. Era o começo de algo novo de que não iria abrir mão tão cedo. Fechou os olhos, sem medo de adormecer entre suspiros e pensamentos, pois acordaria ainda sobre o bater do coração.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O relógio marca 15 horas e a cama arrefece. O frio da rua e os dois abraçados sem querer largar, uma paragem deserta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;georgia&amp;quot;, &amp;quot;palatino&amp;quot;;"&gt;&lt;em&gt;Fica um segredo nosso para mais tarde relembrar sem que nunca o esqueçamos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-13T20:44:01</issued>
    <title>Tu meu bem,</title>
    <published>2010-12-13T20:48:46Z</published>
    <updated>2010-12-13T20:48:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não me trazes inspiração, nem me proporcionas frases bonitas em divagações profundas no metro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Chegaste e as palavras fugiram a sete pés. Fugiram para dar lugar aos beijos e ao sentimento, esse sim, derivado a ti. Tudo o que faço é preencher a minha mente com o teu rosto, os teus lábios e mãos, nada mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Arrancaste-me as palavras, trouxeste-me a felicidade, será justo?&lt;/p&gt;</content>
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